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Inspectores da Polícia Judiciária de Braga, encarregados do caso "Caput Mini", estiveram no início da semana em Caminha, para ouvir pelo menos uma testemunha, no âmbito da investigação que tem por alvo a Câmara Municipal e a gestão de Júlia Paula.

As declarações da testemunha, Rosa Sampaio, professora universitária e antiga colaboradora da Câmara de Caminha, foram prestadas nas instalações da GNR de Caminha, na manhã da passada terça-feira.

A conversa durou toda a manhã e insere-se no âmbito da recolha de testemunhos, que a PJ de Braga iniciou há mais de um ano, em locais diversos, e que vai intercalando com outras diligências, algumas delas já noticiadas pela comunicação social. Sabe-se também que outras testemunhas foram ouvidas, por exemplo, nas instalações da GNR de Viana do Castelo e na própria sede da PJ.

Sobre a diligência de terça-feira, a antiga colaboradora da Câmara foi notificada e prestou depoimento na qualidade de testemunha, no caso da investigação "Caput Mini" e não quis revelar o teor da conversa à comunicação social "por respeito à Polícia Judiciária e para não perturbar a investigação".

Entretanto, a presidente da Câmara Júlia Paula Costa desdobra-se em contactos com a comunicação social, nomeadamente as televisões, para dar conta do seu mais recente projecto, que visa vender apartamentos e moradias a investidores brasileiros.

Noutra frente, Flamiano Martins, seu vice-presidente e candidato do PSD no próximo acto eleitoral, defende a navegabilidade do Rio Minho até Monção, para receber barcos de cruzeiro fluvial idênticos aos do Rio Douro.

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publicado às 16:30


2 comentários

De dragon a 05.02.2013 às 09:47

A coisa está a ferver. A Júlia Paula tem de responder a muitas perguntas mas há duas que são essenciais:
Quantas casas já vendeu e quanto recebeu de comissão.
A desgraçada anda numa roda viva para limpar a imagem. Com a cunha do insuspeito Relvas agora anda A CANTAR NA RTP. ISTO À HORA EM QUE DEVIA ESTAR A CUMPRIR O DEVER DE AUTARCA (função para a qual é paga e bem paga). ONTEM À TARDE DEVIA ESTAR A REPRESENTAR A CÂMARA NO FUNERAL DE UM DEPUTADO MUNICIPAL, O SENHOR FERNANDO LIMA. Estava a cantar a ordinária, com o marido e o filho – olha que trio de desgraça. Do BPN às contas da Câmara é tudo um mimo.
Esta mulher mostrou mais uma vez o que é. Mandou ao enterro o outro desgraçado, o pau mandado que quer ser presidente quando for grande, mas assim nunca mais cresce. Parecia um rato, a esconder-se de toda a gente.
A Judiciária só está a falhar numa coisa: já deviam estar todos na cadeia.

De Jonas a 06.02.2013 às 22:24

Eu acho que isto não é só insensibilidade e hipocrisia. É doença e da grossa.
A imagem do rato remelento já me parece bem. É que o desgraçado não sabia onde havia de se meter, com aquele sorriso amarelo e o ar culpado.
O Paulinho da viola parecia um periscópio, de pescoço esticado, para tomar conta dos pormenores para depois fazer o relatório à fadista. É outro coitado.

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