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Mais uma novela que envolve a Câmara de Caminha

por pubicodigital, em 21.11.12

“O Executivo caminhense decidiu apresentar queixa no Ministério Público e no DIAP por considerar que está montada uma estratégia de calúnia e difamação contra a Câmara Municipal, com vista a denegrir a imagem da Presidente da Câmara Municipal e do restante executivo, com objetivos eleitoralistas e a pensar nas próximas eleições autárquicas.”

É assim que o executivo de Julia Paula Costa reage no site da CM Caminha a uma notícia veiculada pelo semanário digital “caminha2000”, que dava conta da visita às instalações da Câmara Municipal, de alguns elementos da Polícia Judiciária na passada segunda feira, 20 de Novembro, para recolha de documentos relativos a processos em investigação.

O PS de Caminha face às acusações da líder social democrata, vem através de um comunicado publicado nas redes sociais demarcar-se desta novela, instando a presidente da Câmara a separar as questões político-pardidárias das questões do foro da justiça.

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publicado às 21:47


53 comentários

De Telmo a 23.11.2012 às 15:59

Não duvide. A contra-informação é só o esbracejar desesperado. A PJ esteve e ainda não foi embora. As escutas são feitas a partir de um concelho próximo. Já faltou mais para se verem desenvolvimentos mais claros, mas as pessoas têm de entender que são muitos processos e muitos crimes diferentes.
Não esteve atento ao nervosismo. Aquele comunicado mistura tudo e mais alguma coisa e consegue a façanha extraordinária de comprovar e confirmar a presença da PJ. Peço-lhe que leia com atenção. Eu sei que o texto é mal escrito e confuso mas percebe-se bem.
Se o Manso Preto esteve lá também pelo mesmo motivo ( e eles escusavam de dar essa informação, só se traem).
Mas veja bem aquele parágrafo sobre quebra do segredo de justiça. Se não houvesse nada não podia a Câmara falar de quebra de segredo de justiça.
Veja bem o seguinte parágrafo do célebre comunicado:

"É obvio que se existe uma investigação, baseada em documentos e factos inventados, a Polícia Judiciária tenha necessidade de os verificar junto da entidade competente, neste caso, da Câmara Municipal. É expectável também que o objectivo do aproveitamento político esteja a ser conseguido, cada vez, que sempre que a Judiciária necessitar de mais elementos, são enviados mais e-mails e notícias falsas."

O Português é dramático, mas a última parte é elucidativa: "sempre que a Judiciária necessitar de mais elementos, são enviados mais e-mails e notícias falsas."
A Polícia precisou de mais elementos e não foi só esta semana. As notícias é que não são falsas, como se percebe do próprio texto esquizofrénico que a presidente da câmara divulgou a pensar que fazia uma grande coisa. Foi mais um tiro no pé, em momento de grande aflição.


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