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A Rádio GEICE, de Viana do Castelo, o seu presidente Carlos Morais Vieira e Rafael Sviatopolk Raimundo, empresário de Viseu, foram acusados pelo Ministério Público de Viana do Castelo do crime de fraude na obtenção de subsídio em 2010.

Os três arguidos teriam engendrado uma candidatura ao Incentivo à Consolidação e ao Desenvolvimento das Empresas de Comunicação Social Regional e Local, no intuito de obter um apoio estatal a fundo perdido que cobrisse todas as despesas com a aquisição de equipamentos, quando a legislação apenas previa um apoio financeiro na ordem dos 50%. A outra metade da despesa deveria ser suportada pelo próprio órgão de comunicação social candidato a esses subsídios. O Ministério Público terá descoberto que a Rádio Geice, o seu presidente e o fornecedor de equipamentos de Viseu terão montado um esquema de sobrefacturação de venda de material que abarcasse a totalidade da despesa contraída pela rádio, libertando esta da sua comparticipação de 50% a que estava obrigada.

A candidatura apresentada foi no valor de 34.438€, pedindo a Geice um subsídio de 17.219€ e tendo recebido 16.485€, o qual cobriria os gastos reais do material recebido da empresa de Viseu. Para tal, terá forjado valores e pagamentos fictícios que justificassem perante a entidade subsidiária (Estado) a totalidade da verba da candidatura. "Estou muito ocupado" Refira-se que o presidente da GEICE - Grupo de Estudo e Investigação das Ciências Experimentais -, é o actual presidente da Comissão Política Distrital do PSD e, ainda recentemente, marcou presença na investidura da Comissão Política Concelhia de Caminha, durante a qual apelidou de sherife o actual presidente da Câmara Municipal de Caminha.

Sem esquecer a sua participação na conferência de imprensa convocada por Júlia Paula, ex-presidente da Câmara Municipal de Caminha, quando esta pensava que estava a salvo de qualquer processo judicial, no decorrer da qual Morais Vieira disse que o PS tinha montado uma "cabala" contra a antiga presidente, baseada em "falsidades e mentiras" a fim de "retirar dividendos políticos", com as quais, eventualmente "terá conseguido vencer as eleições autárquicas de 2013".

Tentamos recolher declarações de Morais Vieira, sobre esta acusação do MP, contudo, declinou, porque "estou muito ocupado", atirou, logo que nos identificamos.

Igualmente não se quis pronunciar Eduardo Teixeira, arqui-rival político de Morais Vieira pela disputa das estruturas de Viana do Castelo (concelhia vianense e distrital). Eduardo Teixeira, quando lhe pedimos a sua opinião sobre um possível pedido de demissão do presidente da Distrital do PPD/PSD, disse-nos que "não quero comentar" esse assunto, atendendo a que "não sei bem o que se passa", embora tivesse ouvido falar algo relacionado com um site da Procuradoria-Geral da República.

 

caminha2000

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publicado às 18:01


«Caos» na agenda de actividades de Caminha

por pubicodigital, em 04.07.16

A palavra «caos» é utilizada pela concelhia de Caminha do PSD numa nota de imprensa intitulada «Falta de publicidade e atropelos marcam a agenda de eventos do concelho de Caminha». Acusam o executivo socialista de «falta de capacidade para executar eventos de qualidade e que promovam o nosso concelho e a nossa identidade».

Afirmam que os problemas com os eventos têm «sido sucessivos» e «quando as coisas não correm bem, nem lá comparecem para saudar e congratular os espectadores ou os membros da organização ou até nem mesmo para a inauguração».

O PSD acusa, mas somente revela um evento, oXtreme Challenge TT que consistia numa etapa do campeonato da Europa e que «poderá ter valor considerável para a economia no nosso concelho, se feito e pensado com estratégia». Os sociais-democratas acusam a«falta de publicidade e a falta de presença do presidente da Câmara ou de um dos seus vereadores na cerimónia protocolar de abertura».

«Foi lamentável ver que no próprio dia, alguns elementos da organização, despenderam esforços para divulgar o evento desportivo na tentativa de atrair espectadores. Mais lamentável ainda, foi o facto de que, com 3 parques de campismo, um bem próximo no Camarido, e outros locais próximos bem mais recatados, a Câmara tivesse optado por deixar que quem visitasse Caminha nesse fim-de-semana, na sua entrada, se deparasse com um autêntico parque de campismo improvisado!», acusam os social democratas.

Esta força política afirma, ainda, que «outros eventos no concelho de Caminha estão imersos em questões que em nada abonam a favor da promoção cultural no nosso concelho. Os eventos de qualidade, que já vinham do anterior executivo e que já eram uma referência nacional viram reduzidos o seu tempo de realização ao mínimo possível e outros da inteira autoria deste executivo socialista, mal começaram e já se encontram em vias de extinção».

Críticas que se alargam a cortes de trânsito aquando da meia-maratona sunset, isto porque, e segundo consideram aconteceu em «ruas importantes do concelho e nem se apercebem que ao cortar o trânsito para determinados eventos específicos, outros turistas não se deslocam ao concelho».

O Minho Digital confrontou Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha com estas acusações da oposição. O edil foi peremptório na sua resposta ao afirmar que «entre o delírio e a mentira, opto por não comentar. Tenho mais do que fazer no concelho do que morder a isca dos medíocres».

 

minhodigital.com

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publicado às 09:37


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