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PJ investiga viagem para Jantar de Natal

por pubicodigital, em 17.05.16

O pedido de utilização da carrinha foi apresentado ao vereador do pelouro dos Transportes, Rui Fernandes, que terá considerado normal a autorização, atendendo ao período festivo em que se encontravam e em que se multiplicam estes actos, e ao facto de os transportes camarários serem utilizados pelas associações, clubes, escolas e outros grupos recreativos. O C@2000 sabe que é prática habitual a câmara assumir as deslocações de pessoas ao IPO a fim de receber tratamento, nas viaturas camarárias.

Embora Rui Fernandes declinasse prestar declarações, sabemos que ele próprio participou nesse convívio (considerado também uma forma de premiar os ditos funcionários que se encontram sempre disponíveis, entre as sete horas da manhã, até às 19 horas, sem receber dinheiro extra), tendo-se deslocado na sua própria viatura.

A notícia da existência deste inquérito foi avançada ontem por um jornal digital que cita "fontes fidedignas".

Recorde-se que na reunião camarária do passado dia 4, a vereadora social-democrata Liliana Silva apresentou um requerimento em nome do seu grupo municipal, em que pedia ao presidente do Executivo uma listagem de todos os processos judiciais respeitantes ao actual mandato, envolvendo o Município, e exigindo que fossem cumpridos os prazos legais para a sua entrega.

E, em sessão anterior (20/Jan), a mesma vereadora já tinha interpelado o vereador sobre o transporte dos funcionários até Cerveira, em que este assumira a respectiva autorização ao pedido feito pelos trabalhadores.

 

caminha2000

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publicado às 14:17

 

"Choca-me que a questão tenha sido colocada de uma forma lírica e pouco séria", acusou António Brás, presidente da Junta de Freguesia, após o porta-voz do grupo do PSD na Assembleia de Freguesia, Valdemar Vieira, ter abordado o problema da prostituição na Mata da Gelfa.

Valdemar Vieira começou por pretender saber se a Junta de Freguesia tinha licenciado algum arrumador de automóveis na freguesia, que exerceria essa função há dois anos no Pinhal da Gelfa. No caso de não ter autorizado o dito arrumador, o eleito social-democrata perguntou se o Executivo exercia alguma fiscalização.

Acrescentou que lhe parecia que a pessoa em causa era de fora da freguesia e andaria a indicar para onde se deveriam dirigir os carros. Acrescentou que vendia roupa interior à beira do parque de campismo.

"É um assunto muito sério"

Estas e outras considerações não foram consideradas como sérias pela Junta de Freguesia. António Brás, ao invés do seu adversário político, não ironizou com a situação, respondendo que a junta não sabe da existência de um eventual arrumador, mas "o que sabemos é da prática de prostituição", levando-o a lamentar que "não chamem este problema pelo nome próprio".

António Brás recordou ao delegado do PSD que o seu partido tinha vetado a legalização da prostituição na Assembleia da República, quando deveria existir "um enquadramento legal", opinou.

O autarca ancorense referiu que este assunto já tinha sido abordado com o último governador civil, atendendo ainda a que a fiscalização não correspondia às juntas de freguesia.

A discussão prosseguiu, com Valdemar Vieira a referir que a prostituição não era legal, mas não era crime, insistindo contudo na proibição de "guiar" automóveis para o interior da mata e pedindo que se apliquem coimas entre 300 e 600€ por esta prática.

 

caminha2000

 

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publicado às 14:11

A arte de um mágico é distrair os olhares do público para uma mão, enquanto a outra transforma habilmente o logro em verdade.

Vem isto a propósito da enfadonha telenovela, tipo venezuelana, sem classe e argumento a resvalar para a senilidade e estupidificação das audiências que ainda resistem …

«Chega de trapalhadas, de fazer coisas em cima do joelho e de brincar aos festivais (…) uma nova era com os melhores profissionais que temos em Portugal para honrar o passado, e sobretudo para engrandecer o futuro (…) temos tempo para preparar um festival. Estamos a tempo de tudo, de melhores bandas, e de situar Vilar de Mouros no lugar que merece que é no topo dos festivais de verão», frisou Miguel Alves ao Correio da Manhã e Público de 18 de Abril do ano passado.

O Secretariado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, no dia anterior, afirmava que «durante as últimas eleições autárquicas o PS de Caminha teve uma bandeira política: o regresso do Festival de Vilar de Mouros. Esta é a nossa ambição, esta é uma das prioridades do nosso programa político. O PS sempre defendeu o Festival e na Primavera de 2013, no lançamento da pré-campanha eleitoral, colocou o seu regresso como uma das prioridades para o mandato 2013/2017». E concluiu: «O Festival não morreu! Ressurgirá já no próximo ano e ao mais alto nível».

Na altura, Miguel Alves alugou um autopullman, encheu-o com jornalistas da região e o seu staff e foram até à capital anunciar a boa nova …

‘Atiraram-se’ para os microfones dos repórteres acordos celebrados com empresas organizadoras de grandes eventos, houve juras recíprocas de credibilidade, só faltaram champanhe e uns salgadinhos …

A AMA, anterior potencial organizadora do Festival já tinha recebido o ofício presidencial com o ‘despedimento’, no rasgar de papéis, e o futuro estaria, a partir dali, nas mãos de empresas como Música no Coração e outras de nomeada. Há cerca de 2 meses, Luís Montez ‘bateu com a porta’ e afirmou (passo a citar): «A Câmara de Caminha se quiser que organize ela». Quero crer que Miguel Alves, como jurista, terá ‘blindado’ o acordo caso uma das partes não cumprisse, mas até isso não me estranharia ter dado de barato …  

E eis que, chegados aos dias de hoje, sem os holofotes, microfones de outrora ou eventuais promessas de prebendas de que os empresários necessitam para as suas actividades, o presidente da Câmara Municipal de Caminha anunciou há dias que agora sim, agora temos gente, temos patrocínios (que não especificou)…

E tem uma empresa, a Surprise & Expectation, que foi criada – imaginem – há uma semana no Cartório de Caminha e e indicou como sede instalações da própria autarquia. Tem dois jovens sócios de Lisboa: António Paulo Costa Ventura (do qual não encontrámos registo no Google nem no Facebook) e Diogo Patrício Marques que é proprietário da Dot Global. Aguardemos!

E depois disto, haverá quem não acredite que a política é, afinal, a mais velha profissão do mundo? Muito mais que outras ..

 

minhodigital.com

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publicado às 11:42


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