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As novas leis aprovadas pelo Governo sobre as competências dos órgão autárquicos estão a gerar confusão e contestação da parte dos eleitos locais.

A assembleia de Vila Praia de Âncora não foi excepção, com particular ênfase da parte dos eleitos pelo PSD.

"Não sei quem faz estas leis", desabafou Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia, ao comentar a nova legislação que atribui um "exagero de competências, sem dinheiro (apenas 8/10.000€ de IMI) "que permita dar-lhes seguimento, porque, adiantou: "andam a dormir em Lisboa".

Vila Praia de Âncora continua a aspirar pela obtenção da Bandeira Azul na época balnear, conforme o expressou o delegado social-democrata João Araújo nesta sessão, ao insistir junto do presidente da Junta para que interceda junto da Câmara Municipal com a finalidade de candidatar a praia a este galardão.

Carlos Castro não nega que junta e câmara não pretendam esta flâmula, o problema reside no historial das análises dos últimos quatro anos, a que se juntaram duas amostras de águas consideradas "menos boas" no passado Verão.

Nesta primeira sessão da AF (a anterior, foi de instalação), Filipe Fernandes, delegado socialista, prometeu que a sua bancada (três eleitos) iria "contribuir com ideias" para resolver os problemas da vila, tendo salientado ainda o "bom relacionamento" existente com o executivo municipal, situação igualmente reconhecida por Manuel Marques, delegado do PSD.

Filipe Fernandes destacou ainda que a câmara pretende melhorar o "relacionamento institucional" com as freguesias e "apostar no património".

O Orçamento para 2014, num montante de 140.000€, foi "o possível em pouco tempo", e sem que estejam devidamente definidos os apoios camarários, atendendo ao processo eleitoral de instalação e funcionamento dos novos órgãos autárquicos, avisou Carlos Castro, quando este documento (e o Plano de Actividades) começou a ser analisado pela assembleia.

Um "problema velho", o da construção da(s) casa(s) mortuárias, mereceu uma intervenção de Idalina Lima, ao considerar "urgente" resolver esta lacuna numa vila com mais de cinco mil habitantes. Atendendo a que escolha do local "não é pacífica", esta delegada sugeriu que fosse auscultada a população.

 

Pediu ainda informações sobre o pretendido alargamento do cemitério e quais os critérios para a atribuição de subsídios (um total de 12.000€ às associações)

No entender de Manuel Marques, apesar de não terem sido concretizadas as capelas mortuárias nos seus mandatos ("sempre pretendemos construí-las", precisou, a par de ser uma necessidade), acredita que "as portas estão agora abertas", desde que haja dinheiro.

A instalação de uma pista de skate a curta distância do Dolmén da Barrosa, foi debatido nesta sessão, com Carlos Castro a concordar com a intervenção de Filipe Fernandes, ao discordar com a escolha, dizendo mesmo que "se pudesse dava-lhe uma marretada e desfazia-a". O novo autarca disse que teria sido preferível uma pista de manutenção na zona da Quinta da Barrosa, afastada do monumento.

A passagem pedonal na Trav. do Teatro levou Carlos Castro a referir que com a electrificação da Linha do Minho ela poderá ser uma realidade, face aos problemas colocados pela Refer para a manutenção de uma passagem nivelada. A dificuldade será acrescida se for obrigatória a adaptação da travessia desnivelada para deficientes motores.

As novas leis aprovadas pelo Governo sobre as competências dos órgão autárquicos estão a gerar confusão e contestação da parte dos eleitos locais.

A assembleia de Vila Praia de Âncora não foi excepção, com particular ênfase da parte dos eleitos pelo PSD.

"Não sei quem faz estas leis", desabafou Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia, ao comentar a nova legislação que atribui um "exagero de competências, sem dinheiro (apenas 8/10.000€ de IMI) "que permita dar-lhes seguimento, porque, adiantou: "andam a dormir em Lisboa".

Vila Praia de Âncora continua a aspirar pela obtenção da Bandeira Azul na época balnear, conforme o expressou o delegado social-democrata João Araújo nesta sessão, ao insistir junto do presidente da Junta para que interceda junto da Câmara Municipal com a finalidade de candidatar a praia a este galardão.

Carlos Castro não nega que junta e câmara não pretendam esta flâmula, o problema reside no historial das análises dos últimos quatro anos, a que se juntaram duas amostras de águas consideradas "menos boas" no passado Verão.

Nesta primeira sessão da AF (a anterior, foi de instalação), Filipe Fernandes, delegado socialista, prometeu que a sua bancada (três eleitos) iria "contribuir com ideias" para resolver os problemas da vila, tendo salientado ainda o "bom relacionamento" existente com o executivo municipal, situação igualmente reconhecida por Manuel Marques, delegado do PSD.

Filipe Fernandes destacou ainda que a câmara pretende melhorar o "relacionamento institucional" com as freguesias e "apostar no património".

O Orçamento para 2014, num montante de 140.000€, foi "o possível em pouco tempo", e sem que estejam devidamente definidos os apoios camarários, atendendo ao processo eleitoral de instalação e funcionamento dos novos órgãos autárquicos, avisou Carlos Castro, quando este documento (e o Plano de Actividades) começou a ser analisado pela assembleia.

Um "problema velho", o da construção da(s) casa(s) mortuárias, mereceu uma intervenção de Idalina Lima, ao considerar "urgente" resolver esta lacuna numa vila com mais de cinco mil habitantes. Atendendo a que escolha do local "não é pacífica", esta delegada sugeriu que fosse auscultada a população.

 

Pediu ainda informações sobre o pretendido alargamento do cemitério e quais os critérios para a atribuição de subsídios (um total de 12.000€ às associações)

No entender de Manuel Marques, apesar de não terem sido concretizadas as capelas mortuárias nos seus mandatos ("sempre pretendemos construí-las", precisou, a par de ser uma necessidade), acredita que "as portas estão agora abertas", desde que haja dinheiro.

A instalação de uma pista de skate a curta distância do Dolmén da Barrosa, foi debatido nesta sessão, com Carlos Castro a concordar com a intervenção de Filipe Fernandes, ao discordar com a escolha, dizendo mesmo que "se pudesse dava-lhe uma marretada e desfazia-a". O novo autarca disse que teria sido preferível uma pista de manutenção na zona da Quinta da Barrosa, afastada do monumento.

A passagem pedonal na Trav. do Teatro levou Carlos Castro a referir que com a electrificação da Linha do Minho ela poderá ser uma realidade, face aos problemas colocados pela Refer para a manutenção de uma passagem nivelada. A dificuldade será acrescida se for obrigatória a adaptação da travessia desnivelada para deficientes motores.

 

Texto retirado parcialmente do semanário digital caminha@2000

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publicado às 14:50


9 comentários

De Alem Mar a 17.01.2014 às 17:35

Com a gente que o Ps tem na Assembleia de freguesia não contem com oposição. Para o PSD vai ser canja. Os socialistas falharam com com a equipa e com a forma como se apresentaram, sem experiencia, sem chama, sem estrategia e sem ideias.

De Atento a 18.01.2014 às 09:43

O PS não tem gente competente na Assembleia de Freguesia de V: P: Ancora???? Deve estar mesmo alem mar!!! Para o PSD vai ser canja???? Talvez .....ou não. Pois ainda só houve uma assembleia de freguesia e pelo que se viu.....

De Red Baron a 19.01.2014 às 12:03

Eu acho que o Atento esteve lá... e sentiu-se...

De Zé a 21.01.2014 às 14:37

O delegado do PS já fala em nome da Camara? Ele ta na assembleia de freguesia ou é da câmara?
Isto é mau demais...

De BANDEIRA AZUL a 16.01.2014 às 17:57

BANDEIRA AZUL SÓ EM MOLEDO E CAMINHA.

ACORDEM ESTE EXECUTIVO SÓ QUER A DESTRUIÇÃO DE VILA PRAIA DE ÂNCORA.

ELES NÃO VÃO MEXER UMA ÚNICA PALHA PARA O DESENVOLVIMENTO DO VALE DO ÂNCORA.

VAMOS TER A NOVA ERA DO PS SÓ CAMINHA, MOLEDO E VALE DO COURA.

De Zorro a 13.01.2014 às 22:13

Pelos vistos 20 anos de PSD dos quais 16 de Manuel Marques não foram suficientes para construir as capelas mortuárias. Tenho esperança que este presidente da junta rompa com o passado e consiga finalmente dar um novo impulso à freguesia maior do concelho.
Se assim não acontecer serão mais 4 anos perdidos, pois da oposição não se espera nada de relevo.

De Ancorense a 14.01.2014 às 19:54

Engraçado....espera que este presidente da Junta de V. P, Ancora rompa com o passado!!! Mas qual presidente que foi eleito ou o que sendo secretário da mesa da Assembleia continua a fazer o papel de Presidente da Junta??
Ao fim de 12 anos esse senhor que nada fez continua a querer nada fazer!!!
Mas engraçado é também a postura de derrota que esta Junta já mostra em relação à Bandeira Azul.
Então já se esqueceram do que disseram na campanha???? Eu posso relembrar "Já tinha sido feita a candidatura e no próximo verão de 2014 teremos bandeira azul""Agora já não vamos ter porque as análises não estão boas, porque a culpa é dos técnicos que recolhem a água, apesar do Presidente da Junta lhes ter feito "uma espera"....
Da oposição pouco se pode esperar??? Pois com a maioria do lado do PSD claro que de pouco vai adiantar o trabalho da oposição. Vamos ver é a postura dos delegados do PSD que parece pouco ou nada entendem de vida autárquica e estão lá para levantar o braço a tudo que o Marques diz...Para que o Castro rompa com o passado é preciso que o deixem......

De Merdeiro a 13.01.2014 às 21:48

O papá do João Araújo ,durante estes 12 (!) anos fez alguma coisa para ter a bandeira azul ?...

De Curioso a 14.01.2014 às 14:08

O papá deste exemplar é o Rui Taxa Araújo ?? Estava quase a ser quadro superior da Câmara ...

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