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Se tiver 16 anos ou mais pode participar e votar no designado Orçamento Participativo de Caminha. Até 11 de Fevereiro poderá escolher entre as 14 propostas.

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Os interessados podem votar na Câmara Municipal, no Gabinete de Apoio ao Munícipe em Vila Praia de Âncora ou em cada uma das freguesias.

A autarquia classifica esta iniciativa como «inovadora», e isto porque «os participantes apresentaram propostas e decidiram os projectos que consideram ser os mais prioritários, até 180 mil euros, ou seja a verba contemplada no Orçamento Participativo correspondente ao valor de IRS que os munícipes do concelho pagaram durante o ano de 2015».

Os 14 projectos que agora estão em votação servem as seguintes freguesias: Gondar e Orbacém, Arga, Lanhelas, Seixas, Venade e Azevedo, Argela, Riba de Âncora, Âncora, Vila Praia de Âncora e Caminha e Vilarelho. E no qual estão as seguintes obras: adaptação do Centro Cultural de Gondar para unidade de apoio domiciliário - União das freguesias de Gondar e Orbacém (60 mil euros); rede WIFI para as freguesias das Argas (Baixo, Cima e S. João) e Dem (40 mil euros); implementação de parque infantil e equipamento fitness junto ao rio Minho – Lanhelas (40 mil euros); beneficiação do edifício EB1 de Lanhelas (renovação de caixilharias) – Lanhelas (37 mil euros); requalificação dos abrigos das artes de pesca – Lanhelas (30 mil euros); requalificação da casa das Pedras Ruivas – Seixas (60 mil euros); requalificação do caminho entre Argela e Venade (Colarinha e Aldeia Nova) – Freguesias de Venade e Azevedo e Freguesia de Argela (60 mil euros); rota dos moinhos / Limpeza das linhas de água – Freguesias de Venade e Azevedo e freguesia de Argela (60 mil euros); forno comunitário (Do Campo à Mesa) – Riba de Âncora (45 mil euros); beneficiação do Jardim de Infância – Âncora (40 mil euros); beneficiação da escola EB de Âncora Lage – Âncora (60 mil euros); recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa – Vila Praia de Âncora (60 mil euros); Reparação do cais da Rua e colocação de guindaste para embarcações (Caminha) – Freguesias de Caminha e Vilarelho (35 mil euros) e Aquisição de cisterna para a junta de freguesia – Âncora (60 mil euros).

O edil caminhense, Miguel Alves, faz o apelo: «A escolha é sua!»

 

Noticia publicada no minhodigital.com

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publicado às 12:13


Troca de mimos entre o PSD e o PS

por pubicodigital, em 15.01.16

PSD: Rui Taxa acusa PS de tentar impor a censura no concelho

O líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Caminha, Rui Taxa, acusa o PS local de “tentar silenciar” a comunicação social do concelho e de querer censurar os textos do maior partido da oposição.

Em conferência de imprensa, o deputado social-democrata disse ainda que o Partido Socialista, “através dos seus peões”, desferiu na última Assembleia Municipal, o maior ataque alguma vez efectuado ao diálogo e à democracia

Rui Taxa acrescentou que “o PS, de uma forma baixa e inqualificável, tentou com um tiro matar três pássaros”

A Comissão Politica do PSD de Caminha afirmou hoje, em conferência de imprensa, que a Câmara de Caminha liderada pelo socialista Miguel Alves, fechou o ano de 2015 com um prejuízo financeiro de 2 milhões e seiscentos mil euros.

 Jornal o Caminhense

 

 

DEPUTADO DO PSD, RUI TAXA, MENTE

1 - Nunca, em momento algum, na última Assembleia Municipal os Deputados do Partido Socialista tentaram fosse por que forma fosse silenciar o PSD de Caminha. Ao invés do que agora vem afirmar, o que o PSD fez foi passar slides no decorrer daquela sessão com fotografias grutescas, desrespeitosas e insultantes do Primeiro Ministro de Portugal, António Costa.

Fica mal ao PSD, mas acima de tudo fica mal à democracia e à Assembleia Municipal, usar os meios públicos para vexar o Sr. Primeiro Ministro. Pode-lhes custar aceitar o facto. O que não podem é tornar o debate público rasteiro, sujo e impróprio.

2 - Nunca, em momento algum, o PS tentou silenciar, ou censurar o "Jornal C O Caminhense". Em momento algum pode o Deputado Rui Taxa tirar essa ilação das intervenções dos deputados eleitos pelo PS. Desafiamos o Sr. Deputado a mostrar tais declarações.

3 - Censura, boicote, blackout foi o que o PSD fez, no passado bem recente , quando era Executivo. Bem nos lembramos de como era tratado o Jornal Local "caminha2000". Isto sim é um facto e bem nos lembramos de notícias como esta:

http://www.caminha2000.com/jornal/n532/cmc.html

http://www.caminha2000.com/jornal/n654/cmc6.html

4 - O PSD não pode fazer insinuações publicamente sem que disso não sejam tiradas as devidas consequências.

5 - Que o PSD MENTE deliberadamente, já todos nós o sabíamos. O que não esperávamos era a forma vil, cobarde e desonesta com que o faz. Convocando conferências de imprensa para pregar as suas orações e delírios, ao que chamam de "exercício do direito democrático"

6 - Aguardamos serenamente pelo desfecho de mais este capítulo "cartoonesco".

7 - Recordamos ao PSD e ao Deputado Rui Taxa em especial que: pode enganar toda a gente durante um certo tempo; pode mesmo enganar alguns todo o tempo; mas não lhes será possível enganar todos a todo o tempo.

JS Caminha

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publicado às 14:26


E se fosse em Caminha?

por pubicodigital, em 08.01.16

Apesar da crise que tem contraído a economia há vários anos, existem empresas que estão a conseguir dinamizar o mercado laboral no concelho de Arcos de Valdevez “chutando” a crise para canto. É o caso da Coindu (fábrica de componentes para a indústria automóvel) e da Eurocast (que fabrica e comercializa peças de fundição injetada de alumínio para componentes automóveis).

A Coindu, que em Portugal tem unidades em Arcos de Valdevez e Joane, é, segundo um rankingda Ignios, a empresa que, no ramo dos bens, mais contratou em anos recentes. Só em 2014, foram recrutadas 960 pessoas, fruto do aumento das encomendas e dos novos projetos entretanto abraçados pela empresa especializada no fabrico de estofos.

Por seu turno, a Eurocast, multinacional francesa de componentes para automóveis, recém-instalada no Parque Empresarial de Souto/Tabaçô (Arcos de Valdevez), fruto de um investimento superior a 23 milhões de euros, já se encontra em plena atividade.

Segundo o diretor dos Recursos Humanos da Coindu, depois de terem ingressado, em tempos recentes, outros quatrocentos trabalhadores na empresa, o objetivo é “continuar a aumentar”, havendo “animadoras perspetivas de produção”, disse Fausto Araújo à revista Star Company (SC).

De resto, a referida empresa também aparece no topo nas variáveis respeitantes ao crescimento e às exportações. Em 2014, no ranking geral das mil maiores empresas por volume de negócios, cuja ordenação é da responsabilidade da SC, a Coindu aparece no lugar 153, tendo registado um volume de 163 milhões de euros, um “pulo” de 44% em relação a 2013, tendência seguida em 2015. Este estudo baseia-se no valor do volume de negócios declarado pelas empresas nas suas demonstrações financeiras de 2014.

Já na lista global das exportações, a Coindu, de acordo com um estudo da Ignios, surge na posição 15, em resultado do incremento na ordem dos 50% das vendas para o exterior em 2014. De referir que as exportações representam 99,7% do volume de negócios da empresa.

A Coindu fabrica estofos e revestimentos em tecido para carros topo de gama, de entre os quais a Porsche, a Mercedes, a BMW e a Audi. Além da unidade onde são produzidos estofos, o Parque Empresarial de Padeiro “abriga” a subsidiária Coindu Coutur, que se dedica ao fabrico de componentes para artigos de viagem. 

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 Eurocast já dá trabalho a cem pessoas

Há pouco tempo a laborar em pleno no concelho de Arcos de Valdevez, a Eurocast já emprega uma centena de pessoas (esta unidade, a primeira a ser construída em território nacional, é uma das 29 distribuídas em vários pontos do globo). Em declarações à Lusa, uma fonte da Eurocast adiantou que “os cem trabalhadores contratados foram recrutados naquele concelho do Alto Minho e nas zonas limítrofes”, a maioria dos quais após formação técnica adequada no núcleo do CENFIM de Arcos de Valdevez, sendo de prever que, no seguimento da provável expansão, haja absoluta necessidade de contratar mais mão-de-obra.

A criação de postos de trabalho e o impulso da economia local levaram a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez a classificar o projeto como de “interesse municipal”. Também o Plano Diretor Municipal do Parque Empresarial de Souto/Tabaçô foi alterado, permitindo o alargamento deste em seis hectares, com o intuito de reduzir o impacte ambiental da edificação.

 

minhodigital.com

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publicado às 14:43

Desenganou-se a oposição social-democrata na vereação caminhense, ao apresentar um requerimento em que solicitava informação sobre mapas de fundo de maneio e ajudas de custo, pagas aos membros do actual Executivo socialista.

Miguel Alves, presidente do Executivo, entregou à bancada do PSD uma caixa de cartão contendo um resumo dos documentos solicitados, mas foi mais longe, ao abranger nessa informação os comprovativos dos pagamentos feitos entre 2010 e 2013, período em que Júlia Paula presidia ao Município.

O actual presidente leu ainda uma resposta dada aos edis do PSD sobre o assunto solicitado, do qual se conclui que nos "últimos dois anos, o Município de Caminha despendeu 204,20€ em ajudas de custo ao vereador Rui Teixeira, relativos a deslocações fora do concelho, nada tendo sido pago ao próprio presidente e demais vereadores durante esse período.

Contudo, nos "quatro últimos anos do mandato anterior, o Município de Caminha despendeu 8.755,15€ a título de ajudas de custo aos vereadores Flamiano Martins e Mário Patrício e presidente Júlia Paula, "sendo que a maior fatia desse valor" foi pago a esta última (7.953,32€), por deslocações diversas, "incluindo viagens ao estrangeiro mas também a reuniões da Pólis Litoral Norte, em Viana do Castelo, da CIM Alto Minho, em Ponte de Lima, e outras que ocorriam por todo o país".

Em relação a abonos de ajudas de transporte, nos últimos dois anos o Município despendeu a quantia de 842,40€ relativa a deslocações do vereador Rui Teixeira "em carro próprio com as despesas de combustível e portagens inerentes".

Quanto às verbas gastas através do fundo de maneio, Miguel Alves voltou a comparar os montantes recebidos pelos seus vereadores "em conjunto com os chefes de divisão em funções" entre 2013 e 2015, com o que os quatro edis do PSD, "em conjunto com os chefes de divisão em funções e com o Sr. Paulo Marinho" receberam entre 2010 e 2013.

Foram estes os números e percentagens apresentados por Miguel Alves:

1 - No ano de 2015, o atual executivo, em conjunto com os chefes de divisão em funções, gastou a quantia global de € 3.113,54.

2 - No ano de 2014, o atual executivo, em conjunto com os chefes de divisão em funções, gastou a quantia global de € 3.573,66.

3 - No ano de 2013, o atual executivo não gastou um cêntimo em fundos de maneio.

4 - No ano de 2013, o executivo anterior, em conjunto com os chefes de divisão em funções e com o Sr. Paulo Marinho, gastou €15.745,85, ou seja, mais 340% do que gastou o atual executivo em 2014.

5 - No ano de 2012, o executivo anterior, em conjunto com os chefes de divisão em funções e com o Sr. Paulo Marinho, gastou €14.967,47, ou seja, mais 318% do que gastou o atual executivo em 2014.

6 - No ano de 2011, o executivo anterior, em conjunto com os chefes de divisão em funções e com o Sr. Paulo Marinho, gastou €17.804,25, ou seja, mais 398% do que gastou o atual executivo em 2014.

7 - No ano de 2010, o executivo anterior, em conjunto com os chefes de divisão em funções e com o Sr. Paulo Marinho, gastou €25.376,47 ou seja, mais 554% do que gastou o atual executivo em 2014

 

A vereadora, visivelmente agastada com a situação e com a entrega da caixa de cartão, disse que esta era a política "trabalhada" pelo actual Executivo, ao ir buscar documentos do passado quando, "o que interessa é o presente", afirmou, além de protestar por não lhe responderem a outros requerimentos.

Após referir que os documentos entregues, nada lhes diziam ("não quero esses documentos", afirmou), recusar-se-ia a aceitar a caixa de cartão.

Miguel Alves assumiu que compreendia o "incómodo" que a resposta dada tivesse causado ao PSD, mas "estes são os factos", asseverou, pois tinha sido o que haviam solicitado, devendo por isso, manter-se "tranquila".

Gastamos muito menos do que no passado", acrescentou, e "a evidência está aqui", desafiando ainda a vereadora a "colocar as questões que quiser e nós tomaremos a liberdade de responder como quisermos".

Sobre os atrasos nas respostas a outras solicitações do PSD, Miguel Alves assumiu dificuldades dos serviços em responderem a todas elas em tempo útil, devido à quantidade de pedidos apresentados.

 

Texto do caminha2000

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publicado às 14:38

 

De modo a acalmar a situação na Casa de Repouso do Bom Jesus dos Mareantes, o Bispo de Diocese designou o padre Filipe Sá, pároco de Caminha e Vilarelho, para vice-presidente da direcção.

Pouco tempo depois da investidura dos novos corpos sociais há ano e meio atrás, demitiram-se uma vice-presidente da direcção e o presidente da Assembleia Geral.

Há duas semanas, saiu o tesoureiro e o 1º secretário da Assembleia Geral.

Entretanto, tinha sido posto a circular clandestinamente um panfleto inqualificável - tal como vários outros no passado, envolvendo esta e outras instituições -, acto que se encontra a ser investigado pelas autoridades policiais.

Refira-se que com os novos estatutos da Irmandade e Casa de Repouso da Confraria do Senhor dos Mareantes, é possível ao Bispo da Diocese intervir na sua orgânica interna.

 

Texto publicado no caminha2000

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publicado às 18:30

A concelhia do Partido Socialista de Caminha reuniu na noite da passada 2ª feira e segundo uma fonte a que recorremos os ânimos estiveram algo exaltados.

A discussão teve origem num comunicado da Secção do PS de Vila Praia de Âncora divulgado em primeira mão pelo Minho Digital e que posteriormente foi distribuído pela comunicação social. Miguel Alves, o presidente da Câmara Municipal mas também coordenador daquele Partido em Caminha, quando questionado por nós a comentar, mostrou-se «surpreendido».

Pedro Ribeiro, o subscritor desse documento interno, já não esteve presente à reunião prontamente convocada por ter pedido a demissão do cargo mas, ao que apurámos, continua a ter o apoio dos seus camaradas do vale de Âncora. 

Recordamos que o referido comunicado salientava o descontentamento por uma proposta, efectuada na Assembleia de Freguesia no sentido deste órgão autárquico aderir à 'Liga dos Futuros Concelhos', ter sido rejeitada. Eram feitas críticas também aos sociais-democratas por terem uma posição relacionada com a elevação de Vila Praia de Âncora «algo contraditória»  por, segundo se lê no documento, «ser conforme as conveniências subordinadas aos interesses partidários, umas vezes a favor, outras vezes contra».

A proposta da adesão de Vila Praia de Âncora à Liga dos Futuros Concelhos foi feita pelo PS, mas rejeitada o referido plenário e que levou  os socialistas  a acusar  o PSD de «ofender a memória de todos os Ancorenses que, ao longo dos tempos, lutaram democraticamente pela criação de uma nova unidade administrativa concelhia no Vale do Âncora».

O PSD de imediato reagiu afirmando que «o caos instala-se no próprio partido, que vota desfavoravelmente uma proposta/questão  levantada pelos elementos do PS na Assembleia de Freguesia e depois acusa a Junta de Freguesia de o ter feito».

Pedro Ribeiro, o presidente da Secção socialista de Vila Praia de Âncora é que não teria apreciado a reacção dos seus camaradas caminhenses e antes da reunião convocada para o efeito na sede concelhia do PS pediu a demissão. Contactado pelo MD, Pedro Ribeiro reagiu às vozes discordantes internas e reafirmou «continuar a defender o teor do comunicado por si assinado», acrescentando que pediu a demissão por alegadas «razões pessoais», recusando-se a dar mais explicações «porque não quer alimentar a controvérsia até porque estamos a poucos meses de eleições internas no PS».

 

Texto do minhodigital.com

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publicado às 10:48


Tesoureiros instáveis

por pubicodigital, em 16.11.15

Parece que as funções de tesoureiro nas associações da vila vêm-se tornando demasiado exigentes.

Após a demissão do tesoureiro do Sporting Club Caminhense pouco tempo depois da sua eleição há um ano atrás, surge agora outro director com as mesmas funções mas na direcção da Casa de Repouso do Bom Jesus dos Mareantes.

Secundino Monteiro reuniu ontem (Sexta-feira) à tarde com os trabalhadores e utentes do lar e comunicou-lhes a sua decisão de deixar o cargo.

Não quis comentar as razões do abandono, pouco tempo depois da aprovação dos novos estatutos da Irmandade, e numa altura em que há sete funcionárias com baixa médica.

Foi impossível obter um comentário de António Silva, presidente da direcção da Casa de Repouso.

 

Texto do caminha2000

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publicado às 13:45

Professor tentou extorquir 50 mil euros a diretor de escola em Ponte de Lima

A GNR de Viana do Castelo deve um professor de uma escola profissional em Ponte de Lima suspeito de tentar extorquir 50 mil euros ao diretor do mesmo estabelecimento de ensino.

A detenção ocorreu na terça-feira, cerca das 13.45 horas. Segundo fonte da GNR, o docente, que exercia também as funções de diretor pedagógico na escola, enviou um e-mail de uma conta de correio eletrónico fictícia ameaçando "assassinar um familiar" do visado caso este não lhe entregasse o dinheiro.

O suspeito acabou por ser detido quando foi buscar a referida quantia a uma sala de aula, o local previamente combinado para entrega.

O diretor geral da escola tinha denunciado a situação de que estava a ser vítima em finais de outubro. O seu colega, professor e diretor pedagógico, tem 31 anos e é natural de Ponte de Lima. Após a sua detenção, a GNR efetuou buscas no local de trabalho do suspeito, na sua residência e no seu veículo, tendo as mesmas resultado na apreensão de dois computadores portáteis, um computador de secretária e um telemóvel.

O detido será presente esta quarta-feira nos Serviços do Ministério Público do Tribunal Judicial de Caminha, pelas 14.00 horas.

 

Texto do JN

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publicado às 14:21


Vereadora Ana São João renuncia ao mandato

por pubicodigital, em 01.11.15

Os rumores confirmaram-se e tudo se precipitou durante esta semana. A vereadora Ana São João pediu ontem a renúncia do mandato ao presidente da Assembleia Municipal de Caminha.

Contactamos a edil que possuía pelouros importantes como o ensino e acção social, a fim de confirmarmos a sua saída do elenco camarário e saber as razões que a levaram a abandonar o cargo para o qual fora eleito em terceiro lugar na lista do PS nas eleições autárquicas de 29 de Setembro de 2013.

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Ana São João alegou "motivos pessoais e outros" para deixar este cargo político a meio do mandato, e mais não quis comentar.

Refira-se que na reunião camarária desta semana, a vereadora não compareceu, quando os eleitos tinham na ordem do dia documentos tão importantes para apreciação, como o Orçamento e Plano de Actividades para 2016.

Curiosamente (ou não), a oposição social-democrata focou uma das suas críticas ao Orçamento, na descida acentuada das verbas destinadas ao apoio às famílias, que passaram de 216 mil euros em 2015, para 86 mil em 2016, e no aumento das rendas sociais em mil por cento, enquanto que se mantinham praticamente inalteradas as rubricas para a cultura e desporto. Ainda no período prévio da reunião, Flamiano Martins perguntou para quando a convocação do Conselho Municipal da Educação, quando já o tinham feito em sessão anterior. Miguel Alves respondeu que não sabia e não poderia responder porque a vereadora não estava presente.

 

caminha2000

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publicado às 10:29

A Liga dos Futuros Concelhos (Lifuco) endereçara há uns meses atrás um convite à Assembleia de Freguesia (AF) de Vila Praia de Âncora para que aderisse a este movimento.

José Presa, presidente da AF, suscitara na ocasião uma apreciação ao convite e, agora, na reunião de Setembro, pediu aos delegados que se pronunciassem.

Por unanimidade, os delegados rejeitaram a adesão à Lifuco.

Idalina Lima (PS) chamou a atenção para o facto de o concelho ser pequeno e com recursos escassos, levando-a questionar os meios e a sustentabilidade necessários para criar um novo município.

José Presa (PSD), presidente da AF, subscreveu a opinião dos três delegados socialistas, recordando que "estamos numa fase de agregar e não de dividir o que já é pequeno", levando a que a maioria social-democrata se juntasse aos votos socialistas na rejeição.

 

"Não sei onde gastaram meio milhão de euros"

A intervenção de reposição e reforço da Duna dos Caldeirões - rasgada pelo mar há dois anos atrás -, a cargo da Agência Portuguesa do Ambiente através do Pólis Litoral Norte, parece ter chegado ao fim, sem que os ancorenses tenham ficado satisfeitos.

Tiago Castro, delegado social-democrata, achou estranho que a obra ainda não estivesse concluída e as máquinas já se tivessem retirado.

A falta de limpeza da vegetação nos Caldeirões foi outro reparo feito por José Presa à acção empreendida pela APA neste ponto do litoral ancorense, o qual perguntou se tinha sido cumprido o caderno de encargos.

Estes reparos levaram Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia, a desabafar que "não sei onde gastaram meio milhão de euros!", atendendo a que ficou uma abertura a meio e só limparam parte da vegetação, a par do arranjo dos passadiços ter sido deficiente.

O autarca foi mais além, ao referir que o ministro dissera que a obra terminara e não haver mais dinheiro. Castro disse ainda que o caderno de encargos não referia especificamente qual a área a limpar, falando genericamente na duna.

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publicado às 13:54


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